Friday, November 21, 2008
Tuesday, November 18, 2008
A parte boa da coisa...
... e, no estado em que estou hoje, até comovente, é os amigos aparecerem a dar-me o seu apoio. Obrigada a todos, do fundo do coração.
Pormenor adicional
Estamos a falar do mesmo Estado que desde Agosto de 2007 não me paga o Abono de Família.
Uma bela prenda no sapatinho
Chegou ontem e logo animou as hostes. O Estado, que anda ocupado a recolher migalhas junto daqueles que não têm dinheiro para mandar cantar um cego e deixa os verdadeiros devedores à solta e a rir de fininho, fez-me chegar uma belíssima missiva. Pela voz da Direcção-Geral de Contribuições e Impostos, sou notificada a pagar mais de 800 euros, relativos ao dinheiro não declarado que recebi n'O Primeiro de Janeiro em 2004. Até 17 de Dezembro. O que posso pedir mais?
1 – Não ser tratada como uma criminosa por uma filosofia, ou forma de actuar, que fui obrigada a seguir, sob pena de ficar sem emprego, quer por despedimento, quer por um eventual encerramento na sequência de inspecções, o que veio a verificar-se depois de elas se terem concretizado;
2 – Perceber por que é que sou eu que tenho de pagar impostos sobre um valor que a empresa alegadamente me pagou como ajudas de custo, se era essa mesma empresa quem tinha de apresentar recibos dessas despesas;
3 – Algum bom senso por parte dos senhores da DGCI, que na sequência de uma inspecção vão "atacar" como lobos uma série de pessoas (não é o meu caso, felizmente) que foram atiradas para o desemprego, cobrando-lhes dinheiros insignificantes para o Estado;
4 – Ver o Sr. Eduardo Costa a pagar tudo o que deve ao Estado e aos seus ex-funcionários, essas sim, verbas de encher o olho e que justificariam uma actuação séria e intransigente por parte do Estado e das autoridades competentes.
5 – Ver pessoas como esta atrás das grades, pagando pelos crimes que consecutivamente comete e pelo número de pessoas que prejudicou ao longo do tempo.
Posto isto, e um pouco à margem desta questão, gostaria também de perceber por que é que tesos como eu e muita, muita gente, têm de continuar a sacrificar-se enquanto a economia mundial se auto-destrói e os governos injectam dinheiro nos mais ricos, nos bancos, nos fabricantes de automóveis, sei lá mais o quê!!! Nos que TÊM dinheiro!... Alguém me ajude a perceber alguma coisa, pois eu cada vez percebo menos!!
1 – Não ser tratada como uma criminosa por uma filosofia, ou forma de actuar, que fui obrigada a seguir, sob pena de ficar sem emprego, quer por despedimento, quer por um eventual encerramento na sequência de inspecções, o que veio a verificar-se depois de elas se terem concretizado;
2 – Perceber por que é que sou eu que tenho de pagar impostos sobre um valor que a empresa alegadamente me pagou como ajudas de custo, se era essa mesma empresa quem tinha de apresentar recibos dessas despesas;
3 – Algum bom senso por parte dos senhores da DGCI, que na sequência de uma inspecção vão "atacar" como lobos uma série de pessoas (não é o meu caso, felizmente) que foram atiradas para o desemprego, cobrando-lhes dinheiros insignificantes para o Estado;
4 – Ver o Sr. Eduardo Costa a pagar tudo o que deve ao Estado e aos seus ex-funcionários, essas sim, verbas de encher o olho e que justificariam uma actuação séria e intransigente por parte do Estado e das autoridades competentes.
5 – Ver pessoas como esta atrás das grades, pagando pelos crimes que consecutivamente comete e pelo número de pessoas que prejudicou ao longo do tempo.
Posto isto, e um pouco à margem desta questão, gostaria também de perceber por que é que tesos como eu e muita, muita gente, têm de continuar a sacrificar-se enquanto a economia mundial se auto-destrói e os governos injectam dinheiro nos mais ricos, nos bancos, nos fabricantes de automóveis, sei lá mais o quê!!! Nos que TÊM dinheiro!... Alguém me ajude a perceber alguma coisa, pois eu cada vez percebo menos!!
Thursday, November 13, 2008
Wednesday, November 12, 2008
Un frio de cojones
Estava eu, na minha inocência, à procura de imagens que ilustrassem o frio, esse terrível mal que não me dá tréguas, quando dei com isto:

Tuesday, November 11, 2008
E bem melhor: o mais puro e verdadeiro amor
Numa das noites do fim-de-semana passado, a Mariana acordou a meio da noite. Levantou-se, veio ao nosso quarto, foi dar um beijinho ao papá, veio dar-me um beijinho, foi à casa-de-banho fazer xixi e voltou para a cama dela.
A verdade da mentira – agora sim
A verdade da mentira, dizia eu, porque sim; ouve-se histórias, estórias mal contadas; ninguém paga, ninguém pune, mente quem quer, acredita quem não sabe. Uma lástima. Trocam-se palavras mal medidas, inventa-se, destrói-se, engana-se!... Há coisas por dizer, frases que ficam a meio, outras vestidas de falso. Universos paralelos onde nada mais paira para além da mentira, do falso, da pura alucinação, ou pior, da invenção. Amigos que trocam as palavras, os cenários, os momentos. Não são amigos, não são de verdade. Não são.
Monday, November 10, 2008
Belíssima ideia
Há pouco, enquanto lia uma das 527 revistas do dia, encontrei publicidade a uma agência de viagens online. A dita cuja chamava-se ... LEITE CREME!... E eu pergunto-me: por que não chamá-la "Um Xuto no Cu", "Pão de queijo" ou até mesmo "Golo na Própria Baliza"?
Friday, November 7, 2008
Dúvida existencial
O que é que acontece se tirarmos uma pen ou um dispositivo USB sem antes fazer "remover harware com segurança"? O computador derrete? A pen sai a voar? O mundo pára?
Sono II
Hoje quando vinha a chegar aqui à zona do estaminé, que há ano e meio se encontra rodeada de obras, vinha "como quem bem da zona do porto de Leixões ou da ponte móbel e tem de boltar à direita para passar em frente ao mercado". E na altura de virar à direita soltei um "Oh não! A rua está fechada!". E fui em frente.
Conclusão: a rua estava abertíssima ao trânsito... Sono, insanidade, alucinação?
Pouco depois, entro no prédio do escritório, meto-me no elevador e carrego no rés-do-chão. E ele não se mexe. E eu também não. "Não anda"? Hmm... "No rés-do-chão já eu estou, vamos agora tentar carregar no 4.º"...
Conclusão: a rua estava abertíssima ao trânsito... Sono, insanidade, alucinação?
Pouco depois, entro no prédio do escritório, meto-me no elevador e carrego no rés-do-chão. E ele não se mexe. E eu também não. "Não anda"? Hmm... "No rés-do-chão já eu estou, vamos agora tentar carregar no 4.º"...
Thursday, November 6, 2008
Sono
Hoje tentei abrir a porta da rua do meu prédio com a chave automática do meu carro. Carreguei duas vezes, mas por qualquer misteriosa razão, ela não se mexeu.
Bom dia!
Bom dia!
Wednesday, November 5, 2008
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