Friday, October 31, 2008
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!
Foi a minha reacção ao aperceber-me, há pouco, do aparecimento da minha primeira branca. É oficial, estou mesmo a ficar velha!!!
Queridos Anos 80 - 1 de Novembro - Radio Bar
É já no próximo sábado que o mundo assistirá ao regresso das noites Queridos Anos 80. Dia 1 de Novembro, o RADIO Bar receberá os sons da década dourada da pop, na sua 16ª edição, uma edição muito especial ou não se comemorassem cinco anos sobre o primeiro post deste blogue. Sim, já passaram 5 anos! Por isso estão todos convidados a aparecer, no RADIO Bar, junto à Alfândega do Porto. O Ivo T e o tarzanboy esperam por vós para mais uma noite memorável!É de mim...
... ou está um frio do carai? Ninguém me preparou para isto, não.
QUERO IR PARA AS CARAÍBAS!!!
QUERO IR PARA AS CARAÍBAS!!!
Monday, October 27, 2008
Pérolas XI
Sexta-feira, ao chegar a casa da escola:
– Mamã, a Maria já está com micrómis na cabeça!
– Está com quê?
– MICRÓMIS!
– Mariana... Micróbios ou piolhos?
– É isso!
(a Mariana não apanhou, by the way... Até ver...)
– Mamã, a Maria já está com micrómis na cabeça!
– Está com quê?
– MICRÓMIS!
– Mariana... Micróbios ou piolhos?
– É isso!
(a Mariana não apanhou, by the way... Até ver...)
Thursday, October 23, 2008
Wednesday, October 22, 2008
Um cheque-prenda??
Eu, que luto há meses para receber o abono de família, com cujo simpático (...) valor deixei de contar pouco depois de ter mudado de estaminé por uma sucessão de más informações e por desconhecimento meu de algumas manhosas burocracias, fui ontem brindada com um cheque da Segurança Social no valor de 66, tal euros. Uma carta do Totta (?) com o cheque lá dentro, em meu nome. Não sei a que se refere, o que tenho a receber, o que não tenho... Não trazia qualquer carta a acompanhar.
Mas como, na altura em que finalmente tratei de pôr tudo direitinho, me fiz acompanhar de uma carta cuidadosamente elaborada a explicar o processo que me levou a estar mais de um ano sem receber aquilo a que tenho direito, pode ser que seja a minha compensação pelo bonito português com que a escrevi. Ou então não. Ou talvez me mandem restituir o dinheiro. Não sei. O que sei é que tenho bem mais a receber.
Mas como, na altura em que finalmente tratei de pôr tudo direitinho, me fiz acompanhar de uma carta cuidadosamente elaborada a explicar o processo que me levou a estar mais de um ano sem receber aquilo a que tenho direito, pode ser que seja a minha compensação pelo bonito português com que a escrevi. Ou então não. Ou talvez me mandem restituir o dinheiro. Não sei. O que sei é que tenho bem mais a receber.
Thursday, October 16, 2008
Crónica de jogo (ou não)
Como cidadã honesta e trabalhadora que sou, apenas pude ir para Braga depois de "despegar". Saí às sete em ponto, a minha amiga Lurdes fez o favor de me vir buscar e seguimos caminho. Tive direito a boleia, bilhete e merenda, além, sobretudo, da excelente companhia. O que podemos pedir mais?
... Uma vitória?...
Meia horita até Braga e eis se não quando, a bons quilómetros do estádio, trânsito parado. Pára e arranca durante cerca de uma hora. A possibilidade de conseguir estacionar o carro ou descobrir um parque parecia cada vez mais remota. Enfim, a escassos cinco ou dez do início do jogo, um golpe de sorte e a ajuda de um agente da PSP (!) levou-nos a pôr o carro num passeio onde já cabiam apenas mais dois.
Chego ao estádio e ouve-se o hino da Albânia. As bancadas têm muito pouca gente: ainda está tudo cá fora a tentar entrar. Para meu espanto, além de me deparar com a falta de indicações que me permitam descobrir por onde devo entrar, vejo que só uma porta está aberta para duas bancadas. Mandam-me para cima, para o outro lado; chego lá a cima, mandam-me para baixo, de regresso ao sítio onde estava. Já se cantou a Portuguesa, já começou o jogo. Agora, finalmente, abrem as portas todas para dar vazão às centenas de pessoas que ainda não conseguiram entrar.
Finalmente entro no estádio, mas um pouco mais à frente surge outra fila. Fujo, porque as dezenas de pessoas que estão ali pagaram o seu bilhete e estão num estádio em que a organização é zero, estão a ficar revoltadas. Vou para outra porta, nova fila - temos de meter o bilhete numa máquina que verifica a sua autenticidade. Sem ajudantes que acelerem o processo.
Depois de finalmente passar a máquina, descubro que estou num parque de estacionamento subterrâneo. Ou seja, há dezenas de pessoas a passar a pé e carros a passar ao mesmo tempo. Faz sentido.
21h00. Finalmente entro, o jogo já começou há quase 15 minutos. Só se vê gente em pé, a entrar, à procura do lugar, gente na bancada errada, gente no sector errado. Desde que cheguei às imediações do estádio vi pouquíssimas indicações de bancadas, sectores, estacionamento, o que fosse. Braga posso jurar-vos que nunca mais.
Quanto ao jogo, não me vou alongar, foi a merda que todos sabemos. Sim, continuo pé-frio mas, sobretudo, sim, foi uma vergonha. Há uma falta de vontade, de união, de espírito de sacrifício gritante. Tudo o que havia antes. E afinal não é assim tão fácil de conseguir.
Pelo meio, aparece o Macaco líder a perguntar se o lugar ao meu lado está ocupado. Não vinha de fogánte na mom, nem tão pouco com qualquer adereço alusivo à nossa Selecção. E claro que lhe disse que estava ocupado. Mesmo que não estivesse...
Chega o fim do jogo e aquele melão. Mas ainda há mais. Saímos do estádio razoavelmente bem, lá passámos pelo meio dos carros que abandonavam o parque de estacionamento, descemos o monte (é mesmo, a sério) e chegámos ao carro. O caos. A rua era a que dava acesso à outra bancada, com uma subida íngreme no final, centenas de pessoas a descer a pé, carros que não andam nem para um lado nem para outro, carros a sair de um parque, carros a sair dos passeios. E tudo parado. Desligámos o motor e estivemos ali uma boa meia hora. E perguntam vocês: e polícia? Havia lá vários, de facto, mas estavam de mãos nos bolsos a admirar a situação.
Cheguei a casa já passava da meia-noite. Irritada com a noite miserável da Selecção e incrédula com a situação terceiro-mundista que tinha acabado de viver. Futebol em Braga, nunca mais!
... Uma vitória?...
Meia horita até Braga e eis se não quando, a bons quilómetros do estádio, trânsito parado. Pára e arranca durante cerca de uma hora. A possibilidade de conseguir estacionar o carro ou descobrir um parque parecia cada vez mais remota. Enfim, a escassos cinco ou dez do início do jogo, um golpe de sorte e a ajuda de um agente da PSP (!) levou-nos a pôr o carro num passeio onde já cabiam apenas mais dois.
Chego ao estádio e ouve-se o hino da Albânia. As bancadas têm muito pouca gente: ainda está tudo cá fora a tentar entrar. Para meu espanto, além de me deparar com a falta de indicações que me permitam descobrir por onde devo entrar, vejo que só uma porta está aberta para duas bancadas. Mandam-me para cima, para o outro lado; chego lá a cima, mandam-me para baixo, de regresso ao sítio onde estava. Já se cantou a Portuguesa, já começou o jogo. Agora, finalmente, abrem as portas todas para dar vazão às centenas de pessoas que ainda não conseguiram entrar.
Finalmente entro no estádio, mas um pouco mais à frente surge outra fila. Fujo, porque as dezenas de pessoas que estão ali pagaram o seu bilhete e estão num estádio em que a organização é zero, estão a ficar revoltadas. Vou para outra porta, nova fila - temos de meter o bilhete numa máquina que verifica a sua autenticidade. Sem ajudantes que acelerem o processo.
Depois de finalmente passar a máquina, descubro que estou num parque de estacionamento subterrâneo. Ou seja, há dezenas de pessoas a passar a pé e carros a passar ao mesmo tempo. Faz sentido.
21h00. Finalmente entro, o jogo já começou há quase 15 minutos. Só se vê gente em pé, a entrar, à procura do lugar, gente na bancada errada, gente no sector errado. Desde que cheguei às imediações do estádio vi pouquíssimas indicações de bancadas, sectores, estacionamento, o que fosse. Braga posso jurar-vos que nunca mais.
Quanto ao jogo, não me vou alongar, foi a merda que todos sabemos. Sim, continuo pé-frio mas, sobretudo, sim, foi uma vergonha. Há uma falta de vontade, de união, de espírito de sacrifício gritante. Tudo o que havia antes. E afinal não é assim tão fácil de conseguir.
Pelo meio, aparece o Macaco líder a perguntar se o lugar ao meu lado está ocupado. Não vinha de fogánte na mom, nem tão pouco com qualquer adereço alusivo à nossa Selecção. E claro que lhe disse que estava ocupado. Mesmo que não estivesse...
Chega o fim do jogo e aquele melão. Mas ainda há mais. Saímos do estádio razoavelmente bem, lá passámos pelo meio dos carros que abandonavam o parque de estacionamento, descemos o monte (é mesmo, a sério) e chegámos ao carro. O caos. A rua era a que dava acesso à outra bancada, com uma subida íngreme no final, centenas de pessoas a descer a pé, carros que não andam nem para um lado nem para outro, carros a sair de um parque, carros a sair dos passeios. E tudo parado. Desligámos o motor e estivemos ali uma boa meia hora. E perguntam vocês: e polícia? Havia lá vários, de facto, mas estavam de mãos nos bolsos a admirar a situação.
Cheguei a casa já passava da meia-noite. Irritada com a noite miserável da Selecção e incrédula com a situação terceiro-mundista que tinha acabado de viver. Futebol em Braga, nunca mais!
Wednesday, October 15, 2008
Monday, October 13, 2008
E o burro sô eu?
É o que o mister deve estar a dizer lá em Londres, depois de a nossa selecção ter conseguido, em três jogos, uma vitória, uma derrota e um empate. Sendo que a derrota foi em casa, algo que nunca aconteceu na [longa] era de Scolari. Mas o curioso é que não vejo os nossos assanhados opinistas de garras afiadas prontinhos a atacar, como aconteceu no passado recente... Ele há coisas!...
Só uma perguntinha...
Que droga andarão a dar à Manuela Ferreira Leite?
(é qualquer coisa que lhe faz parar o cérebro, é)
(é qualquer coisa que lhe faz parar o cérebro, é)
Wednesday, October 8, 2008
O filme mais estúpido da história
Ontem à noite, passava já da 1 hora, estava a dar um filme na RTP1 que poderia muito bem ostentar aquele título. E mais agora, que acabei de descobrir que esta foi nada mais, nada menos do que mais uma excentricidade de Michael Jackson, que gastou dois milhões de dólares para o fazer. Chama-se «Miss Naufrágio» («Miss Cast Away») e goza com quase todos os filmes que nos vêm à memória.
Imagino o diálogo entre os responsáveis pelo guião:
– Era fixe pôr um grupo de gajas boas a naufragar numa ilha deserta onde afinal vive Noé, mas um Noé igualzinho ao Gandalf the Grey, guardada por um porco chamado Jurassic Pork e dominada por macacos iguaizinhos aos do «Planeta dos Macacos»!
– E podiamos também pôr um gajo que voa numa vassoura como a do Harry Potter a tentar salvá-los!
– E que tal elas serem comidas por um tubarão gigante quando estão quase, quase a ser salvas?
– Boa!
– E não esquecer as típicas frases feitas dos filmes americanos e um bater de continência aqui e ali!
– Claro! E podemos também pôr uma nave como a do E.T.?
Deve ter sido mais ou menos isto. Mas mais profícuo e alongado, porque eu digo isto com base nos 10 ou 15 minutos de filme que vi.
Imagino o diálogo entre os responsáveis pelo guião:
– Era fixe pôr um grupo de gajas boas a naufragar numa ilha deserta onde afinal vive Noé, mas um Noé igualzinho ao Gandalf the Grey, guardada por um porco chamado Jurassic Pork e dominada por macacos iguaizinhos aos do «Planeta dos Macacos»!
– E podiamos também pôr um gajo que voa numa vassoura como a do Harry Potter a tentar salvá-los!
– E que tal elas serem comidas por um tubarão gigante quando estão quase, quase a ser salvas?
– Boa!
– E não esquecer as típicas frases feitas dos filmes americanos e um bater de continência aqui e ali!
– Claro! E podemos também pôr uma nave como a do E.T.?
Deve ter sido mais ou menos isto. Mas mais profícuo e alongado, porque eu digo isto com base nos 10 ou 15 minutos de filme que vi.
A pedido de algumas famílias...
... e porque o silêncio neste espaço, de facto, já se tornava ensurdecedor, cá estou. Peco por não andar com um moleskine atrás de mim onde escreva todas as ideias que me assolam o pensamento. Na hora da verdade, que é basicamente quando chego aqui e posso escrevê-las, tudo se cala.
Quem me conhece bem sabe que sou moçoila de calor, de dias longos e quentes, de sol abrasador, e que esta entrada no Outono mexe de forma algo abrupta com todo o meu sistema. Sobretudo porque não tivemos um Verão que fosse merecedor do seu nome. E agora chuva, frio, vento, noite cedo?... Ninguém me preparou para isto. Isto passa.
Depois há as finanças, a crise mundial, os problemas de uns e de outros. Estar no trabalho e ouvir um "isto está difícil", chegar a casa e escutar outro "isto está difícil", ligar a televisão e ouvir falar do pânico que invadiu o mundo financeiro, a queda das bolsas, os bancos que fecham, a Islândia na bancarrota... Irra! Depois pedem a uma pessoa para ser optimista?
Ah... Boa, boa (que o teu pai vai para Lisboa... ishh... desculpem)! As taxas de juro finalmente desceram! Espero que isso traga finalmente algum desafogo à minha deprimida conta bancária. E que me traga mais boa disposição, para que esta neura sazonal se ponha a andar bem depressinha!
Quem me conhece bem sabe que sou moçoila de calor, de dias longos e quentes, de sol abrasador, e que esta entrada no Outono mexe de forma algo abrupta com todo o meu sistema. Sobretudo porque não tivemos um Verão que fosse merecedor do seu nome. E agora chuva, frio, vento, noite cedo?... Ninguém me preparou para isto. Isto passa.
Depois há as finanças, a crise mundial, os problemas de uns e de outros. Estar no trabalho e ouvir um "isto está difícil", chegar a casa e escutar outro "isto está difícil", ligar a televisão e ouvir falar do pânico que invadiu o mundo financeiro, a queda das bolsas, os bancos que fecham, a Islândia na bancarrota... Irra! Depois pedem a uma pessoa para ser optimista?
Ah... Boa, boa (que o teu pai vai para Lisboa... ishh... desculpem)! As taxas de juro finalmente desceram! Espero que isso traga finalmente algum desafogo à minha deprimida conta bancária. E que me traga mais boa disposição, para que esta neura sazonal se ponha a andar bem depressinha!
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